quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Prefeitura de Cuité divulga programação em comemoração dos 89 anos de emancipação política do município

 



A cidade de Cuité, no Curimataú paraibano, celebra no próximo dia 25 seus 89 anos de emancipação política. Para marcar a data, a Prefeitura Municipal divulgou a programação oficial comemorativa, que reúne atividades culturais e esportivas ao longo de três dias, de sexta-feira (23) a domingo (25).

“Cuité chega aos 89 anos de emancipação política com uma história construída pela força, pela resistência e pelo trabalho do seu povo. Tenho muito orgulho de fazer parte dessa trajetória e de representar uma cidade que cresce sem perder suas raízes, mantendo viva a identidade e o sentimento de pertencimento da sua população”, destacou o prefeito Caio Camaraense.

As comemorações têm início na noite do dia 23, com uma seresta promovida pelo grupo Seresteiros da Serra. No sábado (24), a programação segue com a 17ª Corrida de Cuité, à tarde. À noite, a partir das 21h, a Praça do Coreto recebe os shows de Daniel Almeida e da Banda Grafith.

No domingo (25), data do aniversário do município, as atividades começam pela manhã, com a tradicional Alvorada. O encerramento da programação acontece à tarde, com a final do Campeonato Municipal de Futebol.

Confira detalhes da programação:

Sexta-feira (23/01)
19h – Seresta com Seresteiros da Serra
Local: Museu do Homem do Curimataú

Sábado (24/01)
16h – 17ª Corrida de Cuité
Local: Largada no Estádio Municipal Jeremias Venâncio dos Santos

21h – Shows de Daniel Almeida e Banda Grafith
Local: Praça Aniceto Pereira  (Praça do Coreto)

Domingo (25/01)
5h – Alvorada

16h – Final do Campeonato Municipal de Futebol
Local: Estádio Municipal Jeremias Venâncio dos Santos


Ascom PMC

 

 

Fies: prazo para complementar inscrições postergadas começa hoje

 




Está aberto o prazo para a complementação das inscrições do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), para o primeiro semestre de 2026. O procedimento poderá ser realizado até sexta-feira (16) e vale para os estudantes que tiveram a conclusão da inscrição postergada nos processos seletivos do primeiro ou segundo semestre de 2025.

A complementação deve ser feita no sistema Fies Seleção, por meio do com CPF e senha cadastrados na conta gov.br.

É necessário também validar a documentação exigida na instituição de ensino superior para a qual foi pré-selecionado. A entrega física ou eletrônica deve ser feita à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA), em no máximo cinco dias úteis. 

Em até dez dias após o terceiro dia útil da validação, as informações deverão ser validadas também por um agente financeiro, que realizará a contratação do financiamento conforme disponibilidade.

Todos os requisitos, prazos e procedimentos para a complementação das inscrições foram publicados no dia 8 de janeiro, em edital do Ministério da Educação.

Financiamento

Criado em 2001, o Fies concede financiamento a estudantes de cursos de graduação em instituições de educação superior privadas que aderiram ao programa e possuem avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Para participar, o candidato precisa ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010, sem ter zerado a redação e com pontuação média igual ou superior a 450 pontos.

Candidatos com renda familiar per capita de até meio salário-mínimo, inscritos e ativos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) têm 50% das vagas reservadas, por meio do Fies Social. Modalidade, que permite o financiamento de até 100% dos encargos educacionais.

Agência Brasil

Sindicatos celebram salário mínimo e defendem melhoria em reajustes





Criada em 1936, por iniciativa do então presidente Getúlio Vargas, a Lei do Salário Mínimo completa 90 anos nesta quarta-feira (14) e sua importância para o trabalhador é celebrada pelas centrais sindicais, que apontam desafios para o presente e futuro.

“O salário mínimo é fundamental porque baliza primeiro aquelas categorias sem piso salarial. Em segundo, os aposentados e pensionistas. Ele acaba sendo um importante instrumento de distribuição de renda em nosso país”, diz João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário geral da Força Sindical.

Juruna recorda que as centrais sindicais lutaram para que o reajuste do salário mínimo passasse a ser um instrumento de distribuição de renda. “O reajuste foi conquistado no Congresso e, com isso, o salário mínimo acabou conseguindo um aumento real, o que foi cortado nos governos [Michel] Temer e [Jair] Bolsonaro, ficando só o INPC”.

Ele lembra que a política do aumento real foi resgatada no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Agora houve a volta do balizamento real, um pouco menor, o que é ainda importante, mesmo que menor”, diz.

Para Ariovaldo de Camargo, secretário de Administração e Finanças da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o salário mínimo “para os trabalhadores da ativa é um colchão, um referencial importante, mas aquém do necessário”. 

Camargo defende que é preciso que haja uma política de recuperação “mais acelerada” e que o reajuste real se torne uma política de Estado e não apenas de governo. 

“Após o golpe de 2016 [que tirou Dilma Rousseff do poder], quando passamos seis anos sem ter reposição acima da inflação, em alguns momentos até abaixo, foi uma política descontinuada, podemos dizer”, avalia.

De acordo com Ariovaldo, “é preciso criar um mecanismo que seja permanente, que não seja política de governo, mas de Estado, para que possamos ter uma recuperação do salário mínimo de forma perene”.

Rio de Janeiro - O presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil, Ronaldo Leite, fala durante lançamento da campanha de apoio às empresas públicas, Se é público é para todos  (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil, Ronaldo Leite, diz que o salário mínimo é uma garantia fundamental para os trabalhadores - Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Ronaldo Leite, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, também celebra a importância do salário mínimo. “É uma garantia fundamental para os trabalhadores. O fato de ter um piso constitucional garante minimamente o poder de compra da classe trabalhadora”.

Leite ressalta que o governo Lula trouxe de volta a política de valorização do salário mínimo, que permite reajustes acima da inflação, mas reconhece que houve uma desvalorização ao longo dos anos. “O salário mínimo perdeu boa parte de seu poder de compra comparado a quando foi instituído. O Dieese calcula que o valor ideal atualmente estaria em R$ 7.106,83. A CTB defende a manutenção e ampliação da política de valorização do salário mínimo para garantir à classe trabalhadora a melhoria das condições de vida”.

Juruna, da Força Sindical, tem um pensamento parecido com o de Leite. Para ele, é necessário “fortalecer as campanhas salariais, puxando pisos e ajudando a aumentar o consumo interno e a aumentar o PIB e afins. Sindicatos e trabalhadores têm de buscar o crescimento do país”.

Agência Brasil