sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Banda Tuaregs e Nayra & Betto são atrações confirmadas do Jantar do Reencontro da Festa das Mercês 2025

 



A tradicional Festa de Nossa Senhora das Mercês 2025, em Cuité, já começa a ganhar forma, e uma das noites mais aguardadas pelos fiéis e pela comunidade cuiteense acaba de ter suas atrações confirmadas. O Jantar do Reencontro, evento que marca reencontros, celebrações e muita música, contará este ano com a animação da banda Tuaregs, conhecida por embalar os melhores bailes do Nordeste, e de Nayra & Betto, sucesso regional com um repertório envolvente e animado.

O jantar acontecerá no sábado, dia 20 de setembro, a partir das 21h, no Pavilhão de Nossa Senhora das Mercês, em um ambiente preparado para receber cuiteenses e visitantes em clima de confraternização e fé.

As mesas já estão à venda no valor de R$ 120,00 na Secretaria Paroquial.

Vereador Ivanzinho agradece ação do Castra Móvel em Cuité e reforça compromisso com a causa animal

 


Na manhã desta sexta-feira (29), o vereador Ivanzinho de Joventino (PDT) esteve presente no Centro de Reabilitação e Esterilização de Cães e Gatos Vereador José Gonçalves Sobrinho, em Cuité, onde acompanhou mais uma ação do Castra Móvel, iniciativa do Governo do Estado voltada à promoção da saúde e bem-estar animal.

Durante a visita, Ivanzinho destacou a importância do Centro, que há cinco anos atua de forma essencial no município, promovendo avanços significativos na causa animal. “É um trabalho que tem mudado a realidade de Cuité, ajudando no controle populacional de cães e gatos, prevenindo doenças e promovendo qualidade de vida para os animais e para a população”, afirmou.

O vereador fez questão de agradecer à Prefeitura Municipal de Cuité, ao Governo da Paraíba e ao Grupo de Protetores de Animais pelo apoio e parceria.

Ivanzinho reafirmou ainda sua disposição em continuar lutando em defesa da causa animal, buscando sempre melhorias e políticas públicas que garantam o respeito e cuidado com os animais em Cuité. “Essa é uma bandeira que defendo com muito orgulho. Estarei sempre ao lado daqueles que não têm voz, trabalhando por uma cidade mais consciente e solidária com os nossos animais”, finalizou.


Professora da UFCG de Cuité avalia políticas públicas de combate à fome

 Estudo de Poliana Palmeira investiga os determinantes sociais, climáticos e políticos da insegurança alimentar.


Graduada em Nutrição pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Poliana Palmeira é mestre pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e doutora em Ciências Nutricionais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Também fez estágio de doutorado-sanduíche na Escola de Saúde Pública da Universidade de Yale, em Connecticut, nos Estados Unidos. Atualmente, é professora na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Ex-bolsista da CAPES, a pesquisadora estudou, no doutorado, concluído em 2019, os efeitos de programas governamentais na redução da insegurança alimentar, com recorte para o semiárido brasileiro. Agora, coordena estudos que investigam aspectos sociais, climáticos e políticos relacionados à fome. “Desde a graduação me engajei na iniciação científica, quando comecei a estudar o tema da insegurança alimentar e da fome, e me descobri como pesquisadora e para a vocação como docente. Tinha certeza de que queria continuar na universidade. E, assim aconteceu. Hoje, coordeno o Núcleo de Pesquisa e Estudos em Nutrição e Saúde Coletiva (Núcleo PENSO) que reúne mais de 30 pesquisadores e pesquisadoras em diferentes momentos da formação, integrando graduação e pós-graduação. O que é mais especial, o nosso grupo está sediado em um campus de expansão da UFCG, localizado em Cuité na Paraíba, em uma cidade com pouco mais de 20 mil habitantes no semiárido nordestino”, comenta. Ela é uma das autoras de capítulo contido na publicação Segurança Alimentar e Nutricional: o papel da ciência brasileira no combate à fome, produzida pela Academia Brasileira de Ciências (ABC). 


Sobre o que são as suas pesquisas? Explique de forma mais detalhada o conteúdo do trabalho.


Tenho atuado na orientação de discentes de mestrado e doutorado com estudos sobre determinantes de sociais e desfechos de saúde da insegurança alimentar, principalmente sobre o impacto dos programas governamentais no atual cenário de fome nas famílias brasileiras. Analiso a ocorrência da insegurança alimentar e da fome a partir de pesquisas com desenho transversal e longitudinal. Nesses estudos, investigo os determinantes sociais, climáticos e políticos da insegurança alimentar, além dos impactos da privação alimentar no consumo de alimentos, na saúde e na qualidade de vida das pessoas. Temos um interesse específico ainda das consequências da privação alimentar na primeira infância e na ocorrência e no cuidado no contexto das doenças crônicas não transmissíveis.


O que vale destacar de mais relevante nas suas pesquisas?


Inicialmente, a contribuição que os estudos trazem para o monitoramento da fome e insegurança alimentar no Brasil. Entendo que o monitoramento é uma ferramenta fundamental para a construção de políticas públicas. Outro ponto que destaco é o estudo sobre os programas governamentais e o impacto na redução da fome. A partir de estudos longitudinais, conseguimos mapear e constituir uma rede de proteção ao direito humano à alimentação adequada, composta por 14 programas governamentais que foram acessados pelas famílias do semiárido nordestino, entre 2011 e 2019. Observamos que as famílias que se mantiveram em segurança alimentar persistente no período estudado, ou seja, que relataram pleno acesso à alimentação, tiveram acesso e utilizaram uma rede mínima de iniciativas governamentais, composta pela Estratégia de Saúde da Família, Farmácia Básica, Bolsa Família e Garantia Safra. De forma semelhante, também se observa nas famílias expostas à privação alimentar, nos nossos estudos mapeamos programas governamentais dos setores da saúde, agricultura, desenvolvimento social e assistência alimentar que contribuíram para a superação da insegurança alimentar e da fome. Queremos avançar também no debate sobre o efeito sinérgico dos programas na superação da fome, pois essas ações precisam chegar juntas às famílias para que essa superação permaneça. Também estamos analisando os determinantes climáticos da insegurança alimentar e da saúde e nutrição na infância. É um projeto no campo da ciência de dados, financiado pelo Ministério da Saúde e o CNPq, do qual faço parte da coordenação. Estamos desenvolvendo uma plataforma integrada de indicadores com dashboard de resultados que possa orientar políticas públicas e fomentar estudos neste campo. São mais de 300 indicadores já pré-selecionados para compor a plataforma Fomes, oriundos de 53 bases de dados públicas brasileiros.

Imagem: Imagem do estudo (Arquivo pessoal)
                                                                                                                       

De que forma a sua pesquisa pode contribuir para a sociedade?


Uma das linhas de investigação que trazem importantes contribuições para o campo científico e a sociedade é justamente a análise do impacto do acesso aos programas governamentais intersetoriais. Outra linha de pesquisa na qual tenho trabalhado e que está se consolidando é o estudo sobre a insegurança hídrica. Atualmente, participo de um grupo de pesquisadores que está validando uma escala brasileira de aferição da insegurança hídrica, tema que sempre me interessou, justamente pelo contexto do semiárido no qual a universidade em que trabalho está inserida – em Cuité, Paraíba, um típico município do semiárido nordestino.


De que forma a bolsa da CAPES contribui para sua formação?


A bolsa da CAPES teve importância fundamental no meu desenvolvimento como pesquisadora e como docente da pós-graduação. Fui bolsista no mestrado e também bolsista da CAPES como docente em capacitação, é uma contribuição que perdura até os dias de hoje. Pela CAPES, também tivemos aprovado um projeto sobre os efeitos da pandemia de Covid-19 na alimentação dos brasileiros, que ofertou bolsas de mestrado e doutorado para estudantes sob minha orientação, o que foi fundamental para o meu desenvolvimento como professora da pós-graduação.


CGCOM/CAPES

Picuiense Antonio de Pádua Sobrinho tem papel de destaque na educação paraibana


 

O jovem picuiense Antonio de Pádua Sobrinho vem se consolidando como uma referência na educação paraibana, tendo integrado a equipe responsável pela criação do Programa Estadual Primeira Chance, iniciativa lançada pelo governador João Azevêdo. O programa tem como objetivo incentivar a concessão de estágios, vagas de aprendizagem e a primeira experiência profissional para estudantes do Ensino Médio da rede estadual.

Em 2018, Pádua atuou na sede da Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia da Paraíba (SEECT-PB), em João Pessoa, onde contribuiu para o planejamento e execução da expansão das Escolas Cidadãs Integrais no estado. No mesmo período, assumiu a função de Coordenador Pedagógico Adjunto do PARAIBATEC, programa voltado à educação profissional e tecnológica.

Ao recordar sua trajetória, Pádua ressaltou a satisfação em contribuir com iniciativas que transformaram a vida de milhares de estudantes paraibanos:

“É muito gratificante saber que tive a oportunidade de estar à frente de um programa que é um dos mais inovadores da rede de ensino técnico do Estado. O Primeira Chance articula as escolas técnicas com o setor produtivo local e regional, possibilitando que os estudantes tenham sua primeira experiência profissional”, afirmou.

A trajetória de Antonio de Pádua Sobrinho evidencia a relevância da participação de jovens profissionais na formulação de políticas públicas educacionais, sobretudo em ações que aproximam a escola do mercado de trabalho e ampliam as oportunidades para a juventude paraibana.

Atualmente, Pádua coordena o Núcleo de Articulação com os Municípios da 16ª Gerência Regional de Ensino, exercendo a função de consultor educacional nos municípios de Alhandra, Bayeux, Caaporã, Cabedelo, Conde, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mari, Pitimbu, Riachão do Poço, Santa Rita, Sapé e Sobrado.

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Prefeito Orlando Pereira inicia reforma da Garagem Municipal de Nova Palmeira após mais de 12 anos


Após mais de uma década sem receber melhorias, a Garagem Municipal de Nova Palmeira começou a passar por uma ampla reforma, determinada pelo prefeito Orlando Pereira. O espaço, que estava em condições precárias, sem energia elétrica e com a estrutura comprometida, foi encontrado em situação de abandono pela atual gestão.

A obra está sendo realizada com recursos próprios do município, demonstrando a prioridade que a administração vem dando à reestruturação dos serviços públicos.

Segundo o prefeito Orlando Pereira, a recuperação da garagem é fundamental para oferecer melhores condições de trabalho aos servidores e garantir a conservação da frota municipal.

 A reforma da Garagem Municipal simboliza mais um avanço no conjunto de ações que vêm sendo realizadas em Nova Palmeira, reafirmando o compromisso da gestão Orlando e Janaína com uma cidade mais organizada, eficiente e preparada para atender às necessidades da comunidade.

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

Prefeito Tião Pinto cumpre agenda em Brasília e busca mais investimentos para Frei Martinho

 




Brasília (DF) – O prefeito de Frei Martinho, Tião Pinto (Republicanos), está na capital federal cumprindo uma agenda administrativa com foco na busca de novos investimentos e no fortalecimento de parcerias para o desenvolvimento do município.

Durante a visita, o gestor se reuniu com lideranças políticas, entre elas os senadores Veneziano Vital do Rêgo (MDB), Efraim Filho (União Brasil), e o deputado federal Hugo Motta (Republicanos).



Nas reuniões, Tião Pinto apresentou demandas prioritárias para Frei Martinho, como recursos para  áreas estratégicas que impactam diretamente a qualidade de vida da população.

“Estamos em Brasília com um único objetivo: lutar pelo progresso de Frei Martinho. Tenho buscado apoio dos nossos representantes para garantir que o município continue avançando. Nosso povo merece uma cidade mais desenvolvida, com mais oportunidades e melhores serviços. Seguimos firmes nesse compromisso com muita responsabilidade e trabalho sério”, afirmou o prefeito Tião Pinto.



segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Padre Edjamir Sousa Silva: – A Porta é estreita, mas está aberta


  

Que porta é esta que ao mesmo tempo em que está aberta, é estreita? Que para entrar é preciso esforço, mas que alguns podem não entrar?

O trecho do evangelho deste domingo (Lc 13, 22-30) está situado no caminho para Jerusalém: “Jesus caminhava para Jerusalém” (v. 22). É próprio de Lucas apresentar o ministério de Jesus num longo caminho, uma longa viagem, um novo êxodo. É uma forma de ligar a mensagem salvífica de Jesus ao êxodo dos hebreus: da terra da escravidão à terra da libertação.

Jesus caminha para seu destino, para cumprir a causa de sua vida e terá pela frente a dura condenação por parte de muitos religiosos.

No caminho, alguém lhe pergunta: “Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?” (v. 23). Jesus não responde sobre a quantidade, mas quem. E como que de forma a atacar a mentalidade nacionalista de sua época, responde: “Esforçai-vos por entrar pela porta estreita. Porque muitos tentarão entrar e não conseguirão. Uma vez que o dono da casa se levantar e fechar a porta, vós ficareis do lado de fora” (v.v. 24-25a). Quem estava habituado a ouvir Jesus com palavras doces e mansas, agora se surpreende com ele usando um tom duro com alguns de seus ouvintes.

“São poucos os que se salvam?”. É importante colocar esta pergunta dentro de um contexto. Ela surge de um letrado, de alguém que estudava as tradições e as leis judaicas; portanto, era um Judeu. Os pagãos não pensavam muito nessa questão, pois se dizia que eles não alcançariam a salvação.

No meio do judaísmo, naquela época, essa pergunta dividia opiniões. A Mixná (coletânea de tradições do judaísmo desde o século IV a.C até o século II d.C) dizia: “Todo o povo de Israel se salva”. Então, eles julgam-se salvos. Para eles, poucos os israelitas que são pecadores é que não se salvam. Mas, a salvação tem condições especiais aos israelitas. Eles acreditavam que era um direito adquirido por causa de sua condição de “povo de Deus”, “povo das promessas”, “povo dos beneficiários das promessas feitas desde a Abraão e sua descendência até o Messias”.

Jesus desvia a questão para o que é essencial. A salvação não é um direito que advém da religião, da raça, da pretensa a um povo, da convivência com os mais religiosos, a salvação é uma opção que cada pessoa deve fazer livremente e optando “por quem” e “pelo que”. A salvação não tem nada com méritos, mas um dom gratuito de Deus. O que se precisa é acolher aquilo que se propõe como justiça divina.

A entrada por essa porta não é porque é difícil ao ponto de que as pessoas precisassem fazer sacrifícios dolorosos para entrar por esta porta. O salmista já cantava: “Tu não queres sacrifícios, nem ofertas, nem holocausto e nem oblações” (51, 16). O que Jesus pede é para abrir os olhos e ficar vigilantes nos seus ensinamentos, pois por falta de sabedoria, poderia fazer muita gente encontrar a porta fechada.

Jesus se opõe a um judaísmo que fechava as portas para que as pessoas tivessem acesso à salvação, para o Reino de Deus. As portas estão abertas para todos: “Virão gente do oriente, do ocidente, do norte e do sul e sentarão a mesa do Reino” (v. 29).

Mas, alguns encontrarão a porta fechada. Quem são estes? “Vós encontrareis a porta fechada e começareis a bater, dizendo: ‘Senhor, abre-nos a porta! ’Ele responderá: ‘não sei de onde sois’, Então começareis a dizer: ‘nós comemos e bebemos diante de ti, e tu ensinaste em nossas praças!’ ele, porém, responderá: ‘não sei de onde sois. Afastai-vos de mim todos os que praticais a injustiça’” (Lc 13, 25b-27). O texto não fala de quantidade, mas de pessoas que estão em comunhão com Jesus.

“Comer e beber diante de ti” (v. 26a) pode ser uma alusão aos inúmeros banquetes eucarísticos celebrados. E prosseguem: “ensinastes nas nossas ruas” (v. 26b), quer dizer, foram nutridos pela Palavra de Jesus. Mas, Jesus diz “não vos conheço” (v. 27) e, além disso, Ele repete o Salmo 6, 8 que diz “Afastai-vos de mim, todos vós que praticais a injustiça/mal”.

É estranho dizer isso, mas Jesus não se importa muito com o tipo de devoção (relação) que as pessoas possam ter com Ele e com o Pai, mas Jesus está interessado na qualidade dos frutos que nascem do relacionamento com Ele e com o Pai dado aos outros: atos de amor, de misericórdia, de compaixão, partilha generosa, etc.

São estas coisas que nos põe em relação com Deus. Jesus faz-nos intuir que Deus não nos perguntará se cremos Nele, mas se amamos como Ele amou. Por isso que a resposta é dura: “eu não vos conheço”…. É como se dissesse: ‘você não parece comigo, pois se parecesse comigo saberia que tenho preocupações de como as pessoas se comportam umas com as outras. A religião não salva, mas tem o poder de religare, então ela pode ser instrumento de salvação. Mas, se ela não ajuda a compreender isso, então, escutaremos: “não vos conheço”.

Quantos de nós estamos empenhados com ritos, adereços, símbolos, vestes, louvores, celebrações, adorações, multiplicação de orações e cultos, etc….achando que só isso seja o essencial para agradar a Deus. Jesus ensina que é a dimensão ética da justiça (ser dom eucarístico para os outros) que nos faz caminhar para a salvação.

“Ali haverá choro e ranger de dente, quando virdes Abraão, Isaac, Jacó, junto com todos os profetas do Reino de Deus, e vós, porém, sendo lançados fora. Virão homens do oriente e ocidente, do norte e do sul, e tomarão lugar à mesa do Reino de Deus” (Lc 13 ,28-29). São duras as palavras de Jesus. É o fracasso de quem se achou salvo, mas não encontrou a porta aberta. Não encontrou a porta aberta por que está fechado ao Reino e ao próximo. A vergonha deles será em saber que os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos.

Quem está preocupado com o culto a Deus, mas despreza os pobres terá um destino final duro. Se Israel não transformar o conhecimento que tem de Deus em amor ao próximo, será excluído. Inclusive, pelas mesmas pessoas que um dia excluiu.

Não é costume de Jesus apresentar o Reino de Deus com elementos litúrgicos (culto), mas com elementos de convivência e fraternidade. O Reino é apresentado à medida de um banquete fraterno, uma festa onde “os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos” (v. 30).

Tenhamos cuidado com nossa presunção de achar que já estamos salvos por sermos católicos; repito, cuidado com nossa presunção teológica e legalista de achar que só os católicos serão salvos, ficar se vangloriando por não pertencer aquela determinada religião que a gente acha que não será salva, por não celebrarem como a gente celebra, por ser de uma determinada etnia, classe social, gênero, por acreditar de modo diferente ou por se comportar de modo diferente: CUIDADO! NÃO SE ENVENENE COM GENTE PRESUNÇOSA (cf. Sl 1).

Concluo com um ensinamento do Papa Francisco: “Deus não pertence a nenhum povo

 

Boa semana!

Edjamir Silva Souza

Padre e Psicólogo.