Oficina reuniu especialistas para definir indicadores e metas que orientarão a conservação de 78 espécies ameaçadas de anfíbios e répteis do Nordeste brasileiro.
O Campus Cuité da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) sediou, entre os dias 30 de junho e 2 de julho, a Oficina de Elaboração de Indicadores e Metas do 3º Ciclo do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada do Nordeste (PAN Herpetofauna do Nordeste). O encontro reuniu colaboradores envolvidos na elaboração de indicadores e metas que orientarão o monitoramento das ações de conservação de anfíbios e répteis ameaçados ao longo dos próximos cinco anos.
Os Planos de Ação Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção (PANs) representam uma das principais estratégias para a conservação da biodiversidade brasileira. Elaborados de forma participativa, os planos estabelecem objetivos, e ações prioritárias para conservação de anfíbios e répteis ameaçados e seus habitats. Os indicadores e metas são instrumentos essenciais para a gestão do PAN, pois permitem avaliar a efetividade das ações propostas contribuindo para aprimorar a tomada de decisão e fortalecer as estratégias de conservação da herpetofauna ameaçada do Nordeste.
Coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios (ICMBio/RAN), o PAN Herpetofauna do Nordeste reúne uma ampla rede de instituições parceiras, incluindo universidades, órgãos governamentais, organizações da sociedade civil e especialistas de diversas áreas. O plano abrange 78 espécies de anfíbios e répteis ameaçadas de extinção registradas na região Nordeste.
O encontro reuniu colaboradores envolvidos na execução do plano, para construir, de forma colaborativa, os indicadores e as metas que orientarão o monitoramento das ações de conservação ao longo dos próximos anos.
Ascom evento


