segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Lula é reeleito para quarto mandato de presidente

 


 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu o segundo turno das eleições, disputado neste domingo (25), e foi reeleito para o quarto mandato à frente do Palácio do Planalto. A posse será no dia 5 de janeiro de 2027.

Lula foi considerado reeleito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 21h08, com 97,69% da apuração concluída. Àquela hora, o petista tinha 62,6 milhões de votos (o equivalente a 51,74% dos válidos), contra 58,4 milhões (48,26%) do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A disputa foi acirrada. Lula começou a apuração na frente e assegurou a dianteira até as 19h46, quando Flávio assumiu a frente. O senador sustentou a primeira posição por 38 minutos: às 20h24, o petista retomou a liderança até a totalização.

Ao fim da apuração, às 22h33, Lula obteve o total de 64,2 milhões de votos (51,78%), contra 59,8 milhões de votos de Flávio (48,22%). 

Após o resultado, Lula agradeceu aos brasileiros pela reeleição. Ele disse que a “virada” se deveu a manifestações de “honradez, nacionalismo e democracia” do povo brasileiro. O presidente prometeu governar para todos.

— Não vou falar em unidade nacional, porque essa palavra nem sempre cabe neste país. Mas, se depender de mim, esse país só tem que ter civilidade. Este país tem uma Constituição. Ninguém é obrigado a gostar do presidente eleito, mas ele foi eleito para governar para todos. Foi eleito para governar com base no respeito à Constituição, na relação com o Congresso Nacional. Eu não escolhi o Congresso; foi o povo que escolheu, e é com ele que eu vou trabalhar — disse Lula.

“Virada”

Esta é a primeira vez que um candidato a presidente vira o placar e supera o adversário entre o primeiro e o segundo turno. Flávio havia terminado na frente em 4 de outubro, com 47,03% dos votos contra 45,16% de Lula.

A abstenção caiu de 21,08%, no primeiro turno, para 19,21%, neste domingo. É a menor taxa para um segundo turno desde 2018. Votos brancos e nulos somaram 3,24%.

Com o resultado deste domingo, Lula amplia seu recorde de eleições diretas para a Presidência da República. Ele venceu em 2002, 2006, 2022 e 2026. Atrás do petista, estão Dilma Rousseff (2010 e 2014), Fernando Henrique Cardoso (1994 e 1998) e Rodrigues Alves (1902 e 1918), que faleceu antes de assumir o segundo mandato.

Prorrogação

O segundo turno foi marcado por uma situação inédita desde a redemocratização: o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prorrogação das eleições até as 19h. Ele atendeu a um pedido da candidatura de Lula, que denunciou falhas no transporte de eleitores em diversas regiões do país.

A medida valeu para todos os locais em que as urnas ainda estavam abertas no momento da decisão, que ocorreu logo após as 17h. As urnas já fechadas não foram reabertas.

Mesmo com a decisão do ministro, o TSE chegou a iniciar a divulgação dos resultados. Mas a apuração foi suspensa logo em seguida e retomada após as 19h.

A campanha de Flávio Bolsonaro também solicitou ao TSE a prorrogação das votações devido às chuvas em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul.

Após a derrota, Flávio afirmou que vai pedir anulação das eleições:

— O que aconteceu no dia de hoje não foi algo normal. Foi algo inaceitável. Pela primeira vez na história um ministro do STF dá uma canetada e muda a regra do jogo. As eleições deveriam ter sido anuladas. É impossível reconhecer o resultado.

Biografia

Lula nasceu em Garanhuns (PE) em 27 de outubro de 1945. Aos 7 anos, migrou com a família para Santos (SP). Começou a trabalhar como aprendiz em uma fábrica de parafusos aos 14 anos. Três anos depois, concluiu o curso profissionalizante de torneiro mecânico no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em São Paulo.

Foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema entre 1975 e 1980. Liderou greves na região do ABC Paulista durante a ditadura militar e, em 1980, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT).

Em 1982, foi candidato ao governo de São Paulo e terminou na quarta colocação. No ano seguinte, colaborou com a criação da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Lula foi eleito deputado federal constituinte por São Paulo (1987-1991) e disputou a Presidência da República por três vezes (1989, 1994 e 1998) até ser eleito em 2002 e reeleito em 2006. O petista voltou a vencer em 2022, contra o então presidente da República e candidato à reeleição Jair Bolsonaro.

As duas primeiras gestões do petista foram marcadas por crescimento econômico e ascensão social da população mais pobre. Destaque para os programas Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Universidade para Todos (Prouni), Farmácia Popular e Luz para Todos, além do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Em abril de 2018, quando era pré-candidato à Presidência da República, Lula foi condenado por corrupção, preso e impedido de concorrer com base na Lei da Ficha Limpa. Passou 580 dias em uma cela da Polícia Federal no Paraná. Em abril de 2021, o STF anulou as condenações do petista, que recuperou os direitos políticos e venceu as eleições de 2022.

No terceiro mandato, Lula criou o programa Pé-de-Meia, que oferece incentivo financeiro para a permanência e a conclusão do ensino médio público por estudantes de baixa renda. Outra iniciativa da atual gestão é o Desenrola Brasil, que prevê a renegociação de dívidas de pessoas físicas inadimplentes.

Lula foi casado com Maria de Lourdes da Silva e com Marisa Letícia Lula da Silva. Ficou viúvo dos dois casamentos. Pai de cinco filhos, é casado atualmente com a socióloga Rosângela da Silva, a Janja.

Geraldo Alckmin

A chapa de Lula traz novamente como vice-presidente o médico anestesista Geraldo Alckmin (PSB). Nascido em Pindamonhangaba (SP), em 7 de novembro de 1952, Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho começou a carreira política em 1973, quando assumiu o cargo de vereador na cidade natal.

Entre 1977 e 1982, foi prefeito de Pindamonhangaba. Ele também assumiu mandatos de deputado estadual (1983-1987) e deputado federal (1987-1995). Foi governador de São Paulo por quatro mandatos, distribuídos em dois períodos: de 2001 a 2006 e de 2011 a 2018, sendo o político que por mais tempo comandou o governo paulista desde a redemocratização.

Geraldo Alckmin tentou a Presidência da República em 2006 e 2018, mas não foi eleito. Em março de 2022, migrou do PSDB para o PSB, para ser candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Lula. Entre janeiro de 2023 e abril de 2026, acumulou a vice-presidência com o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O vice-presidente é casado desde 1979 com Maria Lúcia Guimarães Ribeiro Alckmin, mais conhecida como Lu Alckmin. O casal teve três filhos: Sophia, Geraldo e Thomaz, que morreu em 2015 após um acidente de helicóptero.

Fonte: Agência Senado

domingo, 25 de outubro de 2026

Lula obtém 11.501 votos em Cuité no segundo turno

 




O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 11.501 votos em Cuité, no segundo turno das eleições presidenciais, alcançando 80,85% dos votos válidos no município. Já Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 2.724 votos, correspondentes a 19,15%.

Os números demonstram a ampla vantagem de Lula na votação em Cuité, com uma diferença de 8.777 votos em relação ao candidato do PL.

Além dos votos destinados aos candidatos, a apuração registrou 108 votos brancos, equivalentes a 0,74%, e 257 votos nulos, que representaram 1,76%.

Confira os números da votação em Cuité

  • Lula (PT): 11.501 votos (80,85%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 2.724 votos (19,15%)
  • Votos brancos: 108 (0,74%)
  • Votos nulos: 257 (1,76%)

Com o resultado, Lula terminou a votação em Cuité com uma expressiva vantagem sobre Flávio Bolsonaro, concentrando mais de 80% dos votos válidos no município. Portal da Serra de Cuité

sábado, 24 de outubro de 2026

Padre Edjamir Silva Souza: – Pai, afasta de mim este CALA-TE!

 



A Liturgia deste 30º Domingo do Tempo Comum (A) nos coloca dentro do coração do evangelho: o amor como totalidade da lei. Aqui está a espinha dorsal do cristianismo.

Na 1ª leitura (Ex 22, 20-26) Deus exige justiça e proteção para os mais vulneráveis e cita alguns: o estrangeiro, o órfão, viúva e o pobre. Essa é a identidade de Deus: defensor dos sem defesa.

O povo usa a própria memória histórica como imperativo moral para ter empatia. Eles não são negacionistas. Deus é apresentado como Aquele que escuta o clamor dos indefesos e para eles exercerá a sua justiça. Deus se apresenta assim: “eu sou misericórdia” (v. 26). Nas bem aventuranças, Jesus diz: “Bem aventurados os misericordiosos, pois alcançarão misericórdia” (Mt  5,7), isto é, o povo é chamado a ser misericordioso como Deus é. E este é um sinal do discipulado e de pertencimento.

Em nossos dias, é visível o cisma entre a experiência de fé e a justiça social. O código da Aliança deixa claro que é impossível estar em comunhão com Deus enquanto se oprime o irmão. Estamos tão armados que falar de igualdade social e dos pobres, tornou-se um tabu. Basta dizer que devemos anunciar o amor que alguém já levanta a voz contra o padre, inventa uma denúncia contra ele, a igreja em sua fragilidade, medo e incoerência instaura um tribunal para calar o sacerdote. PAI, AFASTA DE MIM ESTE CALA-TE.

As pessoas estão esquecendo-se do amor misericordioso de Deus e criando um novo senso religioso baseado no interesse mesquinho e gerando pessoas indiferentes na indiferença. É preciso acordar as pessoas e dize-las que a justiça social é o termômetro para saber se a igreja esta vivendo o evangelho.

Na 2ª leitura (1 Ts 1, 5c-10) Paulo faz um elogio à comunidade de tessalonicenses que encarnou essa justiça na forma de viver: “apesar das tribulações”. Eles se converteram dos ídolos para servir ao Deus vivo e verdadeiro. Para amar ao Deus do Evangelho com o coração inteiro, é necessário abandonar os deus falsos que tornam as pessoas insensíveis: “Tem olhos e não podem ver, tem boca e não pode falar, tem ouvidos e não podem ouvir” (cf. Salmo 115 e Salmo 135).

A leitura também é uma exortação para os dias de hoje aos que adoraram mitos desumanos e as comunidades que caíram na indiferença institucionalizada. As pessoas acabam se tornando semelhantes à eles. O Deus Vivo vê a opressão do povo (como viu no Egito) ouve o clamor do povo e fala através dos santos e profetas.

São Joao Crisostomo alertava que adornar a mesa do altar com cálices de ouro enquanto Cristo morre de frio e fome na pessoa do pobre (fora das portas da Igreja) é uma profanação ao sacramento.

“Pai, afasta de mim este cálice”, cantava Chico Buarte e Gilberto Gil em plena ditadura. Na liturgia da vida este cálice é sempre a dor amarga da opressão colonialista que pisam os mais vulneráveis.

Assim como nas primeiras comunidades cristãs (cf. Atos dos Apóstolos) as Conferências Episcopais Latino-Americana formularam uma identidade de Igreja, a partir da própria identidade de Deus e se identificou com a “opção preferencial pelos pobres” (cf. Medellín (1968)/ Puebla (1979) / Aparecida 2007)). O mandamento do amor imprime o primado da caridade evangélica: garantir a dignidade inviolável da vida humana contra qualquer situação de opressão e miséria.

Também nós, devemos fazer nossa memória histórica para não perder de vista, como na primeira leitura, a formação de nosso povo. Em 1850 a “lei da terra” determinou que para ter terra, só comprando, mas o escravo não comprou, pois não tinham recursos. O governou pagou o navio do imigrante europeu; deu terra, enxada e semente, mas para o povo preto, o que é que deu?

Em 1888, a Lei Aurea da Libertação, dois artigos e mais nada, mais 700 mil negros sem um palmo de chão. As danças, a cultura e a expressão de vida dos negros (a vida livre, artística e de fé) foi logo considerada como crime e objeto de maldição que era para os negros e escravos se sentirem mal na decisão de sair das senzalas. Até os anos 70, na Bahia, para um negro abrir um terreiro, tinha que pedir permissão, de um policial, para existir e rezar.

A primeira leitura (que nos lembra a justiça social como o critério da Aliança) nos faz pensar, a partir da ação amorosa do Criador, e reconhecer a importância dos programas sociais desenvolvidos nestes últimos decênios  como suporto no desenvolvimento de uma nação que tem déficit histórico com seu próprio povo. Mas, é humilhante escutar de muitos críticos negacionistas reclamando dos auxílios, e não se dão conta de que o problema maior desta querida nação vem das elites que desviam o dinheiro que deveria ser de investimento para o desenvolvimento do povo, muitos enriquecem ilicitamente (as oligarquias) .

Quem pensa a sociedade a partir da lógica do amor, verá seu povo sair da miséria. Mas, este tem que amar o povo, tem que ser alguém provado no fogo e não um inconsequente. Este saberá o valor que tem a dignidade de cada pessoa: direitos iguais, incentivo para estudar, investimento para microempresas, recursos para dar de comer a população, respeitar as diferenças e tratar todos como irmãos de uma mesma pátria chamada “Mãe gentil”.

Mas, assim como ontem, hoje vemos a Casa Grande (de terno) tentando derrubar as muitas conquistas sociais (uma reparação histórica). O povo quilombola foi pesado em arroba, por autoridades, como se pesa um boi; mas, na verdade, foram os filhos dos fazendeiros que durante a época da ditadura tiveram cotadas chamadas de a “Lei do boi”.

Esquecendo a história de ontem e de hoje, muitos dizem que as cotas que ajudam o povo, dividem a nação; mas, na verdade, o Brasil sempre esteve divido, pois a gente sempre sabe para quem sobra o camburão, a bala tem já endereço certo (os negros). Como diz o ditado “o pau sempre quebra nas costas do mais fracos”. Nos escandalizamos quando um ladrão de celular e solto da prisão, mas nunca nos escandalizamos quando “um representante do povo” desvia recursos que deveriam servir aos aposentados e vai gastar em festinhas... Somos seletivos até nisso.

A lei Áurea do Amor e da Misericórdia é reparação. Na justiça do Reino de Deus, “até as prostitutas entram primeiro”, “os negros tem privilégios como os brancos”, “os pobres são tratados como bem aventurados”, etc. Mas, e você, como se se coloca no mundo? És portador da justiça do Reino de Deus?

Irmãos e irmãs, diante do altar onde o Amor vai se fazer pão e vinho, não podemos fechar os olhos ao altar da vida, onde o mesmo Cristo continua sendo crucificado na carne dos vulneráveis. Cuidado com o teu desprezo para com aqueles que Deus ama. Hoje, nosso grito não é apenas uma petição, mas um exame de consciência à luz da Aliança de Deus. Diante de uma fé cega, surda, muda, rezemos: “Pai, afasta de nós este cálice da cumplicidade com estrutura que produz descaso. Pai, afasta de nós esse cálice de devoções vazias e sem caridade. Livra-nos da heresia de te amar sem amar o próximo. Pai, afasta de nós o cálice do vinho de sangue da indiferença e cinismo. Ensina-nos a fazer da eucaristia uma celebração do amor”. Amém!

Coragem!

 

Edjamir Silva Souza

Padre e Psicólogo.


sexta-feira, 23 de outubro de 2026

TSE dá 24h para Meta e X explicarem distribuição de material político

 


O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, deu prazo de 24 horas para que a empresa Meta – responsável pelas plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp – e a rede social X revelem detalhes sobre a remoção de publicações e a forma como distribuem conteúdos de cunho político a seus usuários. 

Cueva é relator de um processo aberto pela campanha do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva, que alega haver um favorecimento nas plataformas de conteúdos ligados ao candidato Flávio Bolsonaro, adversário no segundo turno da corrida presidencial. 

Para ilustrar o tratamento desigual, a campanha de Lula citou a remoção de um vídeo do projeto Revelando apresentado pelo artista MC Cabelinho, que contém críticas a Flávio e foi retirado da rede social Instagram na quinta-feira (22), pouco depois de ser lançado, sob alegação de uso excessivo de Inteligência Artificial. 

Para o corregedor eleitoral, diante da proximidade da votação no domingo (25), o episódio “justifica a adoção de providências destinadas a esclarecer os fundamentos da remoção e a assegurar sua pronta reavaliação".

O ministro, contudo, ressalvou que os elementos apresentados até o momento não permitem concluir que o vídeo recebeu “tratamento diferenciado em razão de sua orientação político- eleitoral". Ele determinou à Meta que submeta o material à revisão humana. 

Outra alegação da campanha lulista é que anúncios pagos pelas campanhas oficiais estariam tendo alcance distinto nas redes sociais, com menor distribuição de conteúdos ligados a Lula. A campanha lulista aponta ainda um alcance desproporcional entre conteúdos, com favorecimento a conteúdos do campo adversário. 

A defesa de Lula reclama também de tratamento desigual pela ferramenta de IA Grok, que funciona embutida no X, que apresentaria comportamento distinto quando confrontada com questionamentos semelhantes a respeito das duas candidaturas. 

Em informações apresentadas ao presidente do TSE, ministro Munes Marques, nesta semana, a Meta negou tratamento diferenciado entre as campanhas e afirmou respeitar todas as regras da Justiça Eleitoral. 

Nesta sexta (23), Nunes Marques deve realizar uma última reunião com representantes das principais redes sociais - como Instagram, Facebook, TikTok e Kwai - antes do segundo turno. 

Agência Brasil

Datafolha aponta empate em 50% entre Lula e Flávio


 

O presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão com 50% dos votos válidos cada um na nova pesquisa Datafolha sobre o segundo turno da eleição presidencial.

O resultado indica empate técnico entre os candidatos, considerando a margem de erro. O levantamento foi contratado pela Globo e pela Folha de S.Paulo.

Na pesquisa de intenção de voto geral, Flávio Bolsonaro aparece com 47%, enquanto Lula registra 46%. A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico. Outros 5% dos entrevistados afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 2% permanecem indecisos.

Na pesquisa anterior, divulgada na semana passada, Flávio tinha 47%, enquanto Lula registrava 45%.

O levantamento ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

MaisPB

Lucas Ribeiro cobra explicações de secretário após foto com adesivo de Flávio Bolsonaro: “É muito estranho”

 



O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), classificou como “muito estranho” o fato de o secretário de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico (SETDE), Vital Costa, aparecer usando um adesivo do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL–RJ). Nesta sexta-feira (23), o governador anunciou que vai conversar com o auxiliar para esclarecer o episódio, que repercutiu nas redes sociais.

Vital Costa, ex-prefeito de Araruna, chamou atenção na quarta-feira (21) após aparecer em uma foto com um adesivo de Flávio Bolsonaro colado no peito. A imagem gerou questionamentos sobre o posicionamento político do secretário, que integra a gestão estadual alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em entrevista ao programa Jornal da Integração, da Rádio Integração de Bananeiras, 102.3, Lucas reafirmou sua defesa da reeleição de Lula e destacou a parceria entre os governos estadual e federal. “Todo mundo sabe a minha posição política e o que eu tenho defendido, de forma muito bem definida aqui, que é a reeleição do presidente Lula”, declarou.

Ao comentar a imagem envolvendo o secretário, o governador cobrou esclarecimentos sobre o episódio. “É muito estranho alguém que está dentro do governo ter uma imagem daquela forma. De fato, é necessário uma explicação”, afirmou Lucas, que coordena a campanha de reeleição do presidente na Paraíba.

O governador confirmou que marcou um encontro com Vital Costa ainda para esta sexta-feira (23). “Marquei de me encontrar com o secretário para dialogar e entender o que aconteceu. Para o nosso governo, é fundamental essa parceria com o presidente Lula”, concluiu.

Fonte 83

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Cuité recebe três novas ambulâncias para reforçar atendimento no Hospital Municipal

 



A estrutura da saúde em Cuité ganhou mais reforço nesta segunda-feira (19), com a chegada de três ambulâncias zero quilômetro de suporte básico e de grande porte, destinadas ao Hospital Municipal. Os veículos vão ampliar a estrutura de transporte de pacientes da zona urbana e rural e dar suporte às transferências para outras unidades de saúde da Paraíba.

A aquisição dos veículos ocorreu por meio de processo licitatório, com recursos provenientes de emendas parlamentares de custeio. 

Com o reforço, o hospital passa a contar com quatro ambulâncias de grande porte.

Para o prefeito Caio Camaraense, a chegada das ambulâncias representa um avanço para a assistência à população, especialmente para quem depende dos serviços públicos de saúde em momentos de maior necessidade.

“Esses veículos chegam para fortalecer o atendimento do nosso hospital municipal. A nossa gestão continua comprometida a trabalhar para que todos de Cuité tenham acesso a um serviço de saúde cada vez mais estruturado”, destacou o prefeito.


Ascom PMC